Batalhão das Letras

segunda-feira, novembro 20, 2006

5ª Tarefa da webquest



Essa foi a última tarefa do projeto do Centenário de Mário Quintana.
Os sete componentes do grupo, declamaram pedaços de duas poesias que abordavam sobre a temática do tempo,as poesias eram:

O Tempo

O despertador é objeto abjeto.
Nele mora o tempo.
O tempo não pode viver sem nós,para não parar.
E todas as manhãs nos chama freneticamente
como umVelho paralítico a tocar a campainha atroz.
Nósé que vamos empurrando, dia a dia, sua cadeirade rodas !

Nós, os seus escravos.
Só os poetasos amantes os bêbados
podem fugirpor instantesao Velho...
Mas que raiva impotente dá no Velho

quando encontra crianças a brincar de roda
e não há outro jeito senão desviar delas a sua cadeirade rodas!
Porque elas, simplesmente, o ignoram...."

Seiscentos e sessenta e seis

A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é 6a. feira...
Quando se vê, passaram 60 anos!

Agora, é tarde demais para ser reprovado...
E se me dessem " um dia " uma outra oportunidade,eu nem olhava o relógio.
Seguia sempre em frente...
E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas..."

3 Comments:

  • At 5:18 PM, Blogger adam brown said…

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  • At 10:10 PM, Blogger barb michelen said…

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  • At 11:09 AM, Blogger John D. Godinho said…

    Life is a number of school assignments
    to be done at home.
    Before you know it,
    it’s already six o’clock:
    there’s time…
    Before you know it,
    it’s already Friday…
    Before you know it,
    sixty years have gone by!
    Now, it’s too late to flunk out…
    If, some day, I were given
    another chance,
    I wouldn’t even look at a clock.
    I’d keep moving,
    always moving ahead,
    discarding along the way
    the useless golden
    shells of the hours…

    Mario Quintana
    (translated by John D. Godinho)
    Six hundred and sixty-six in Time’s Hiding Places

     

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